A Bíblia ensina: "Ninguém corta uma tira de um casaco novo e a costura em um velho; se o fizer, não apenas o novo continuará a rasgar, como também a tira cortada do novo não servirá no velho. Além disso, ninguém põe vinho novo em vasilha de couro velha; se o fizer, o vinho novo arrebentará a vasilha e será derramado, e também a vasilha estragará. Ao contrário, vinho novo deve ser colocado em vasilha recém-preparada. E, depois de beber o vinho velho, as pessoas não desejarão o novo, porque dirão: "O velho é bom o suficiente". Lucas 5:36-39
Gostaria de enfatizar nesta segunda parte a máxima da psicologia: diversidade de sentimentos, porém, cada sentimento é vivido por vez! É claro que, uma pessoa aprisionada há anos está acostumada com seus traumas e sua vida pífia. Acontecendo uma mudança, uma tomada de decisão, uma ruptura com o presente aprisionamento, fará com que esta pessoa viva e experimente diversidade de sentimentos. Ora sentirá orgulho de si mesma, ora sentirá medo, além de uma pitada de nostalgia. Estes sentimentos farão com que a pessoa questione se tomou a decisão correta e se valerá a pena mantê-la. É aceitável estes sentimentos, estas perturbações. Por outro lado, devemos ressaltar o versículo Bíblico citado acima: vinho novo deve ser colocado em vasilha recém-preparada (Lc 5:38). Compreendem o que estou dizendo? É normal, faz parte da cura das feridas da alma o questionamento e confrontos entre diversidades de sentimentos. Nos primeiros dias os confrontos serão exaustos. Com o passar dos dias e chegando os meses, esta diversidade de sentimentos começarão a repousar e cada uma volta a seu lugar. Isto fará com que a pessoa passe a viver dias felizes. O velho ficará para trás e os novos sentimentos farão com que a pessoa se sinta feliz. Claro que isto variará de pessoa para pessoa. A notícia boa é que tudo ficará bem e você crescerá emocionalmente. Velho com velho, Novo com novo. Será impossível a esta pessoa viver o novo e lembrando-se do velho. O começo será assim mas depois somente o novo terá lugar. O velho precisará sair.
Neste momento é possível que a pessoa precise fazer algo! Caso o confronto seja bastante evidente e a dor seja quase insuportável, você deve aprender a fazer o seguinte:
1) Fique a vontade em seu quarto ou em um lugar onde não poderá ser interrompido.
2) Traga à lembrança que está dentro de você sobre os fatos ou sobre a pessoa que a faz sofrer.
3) Diga tudo no presente do indicativo: eu te amo, você escolheu, eu escolho, etc.
4) Abra teu coração e dê vazão as suas emoções.
Não tenha medo de chorar e de se permitir ser "fraca" ou ainda de reconhecer que sente falta e gosta da pessoa apesar de tudo que aconteceu ou apesar da decisão que ela ou você tenha tomado.
Assim, abra o coração e se exponha e diga, por exemplo: "sabe fulano, eu fui feliz estes anos todos a teu lado. Mas eu não podia permitir mais a continuidade deste tratamento que dá a mim. Tomei a decisão e não quero e não vou voltar atrás. Eu libero tua vida. Vá e seja feliz porque eu quero ser feliz e serei. Foi bom enquanto durou. Agora acabou! Vá!"
Ou ainda: "Chega! Não aguento mais viver esta dor. Eu tentei. Talvez você não aceite e não entenda que me faz sofrer. A verdade é que você me faz sofrer. Até hoje eu aguentei. Tomei a decisão de não aguentar mais. Eu reconheço que te amo e até sentirei tua falta. Eu não posso mais viver neste aprisionamento. Sempre lutei pelo amor. Não desisti do amor. O amor existe e todos poderão usufruir dele. Para mim bastou! Siga tua vida. Não desejo teu mal, ao contrário, desejo teu bem. Vá agora! Eu permito que vá agora. Eu escolho seguir minha vida e procurar minha felicidade. E Jesus me abençoará!"
Agindo desta forma você estará assumindo controle do teu emocional. Pedindo a ajuda e aceitando a companhia de Jesus a teu lado, você estará também agindo no mundo espiritual. Logo, teu emocional e teu espiritual estarão sob controle. Isto evitará aqueles descontroles ou tentativas de suicídio. Ainda evitará que demônios passem a controlar você através destes sentimentos dentro de você. Também colocará fim aos sentimentos exagerados de pesar, dor, angústia, tristeza, etc. Ah! vale lembrar que estas palavras que dei como exemplo devem ser declaradas em voz audível. Ou seja, você deverá falar em voz alta toda esta conversa com você e seus pensamentos e lembranças.
Espero ter deixado as coisas mais fáceis! Um abraço a todos!
OBS: Ah! Gostaria de dizer que os sentimentos "velhos" remetem à máquina de escrever. Já, os sentimentos "novos" remetem ao editor de texto, Office! Vida Nova, Sentimentos Novos - Vida Velha recheada de Sentimentos que querem eclodir, aparecer, mas não tendo forças para tomar decisões - viram sintomas de doenças emocional. Sentimentos Novos serão vitalizados com decisões novas. Isto é a tecnologia do computador. Foi a comparação que quis fazer. Espero que tenham entendido tudinho!
domingo, 20 de março de 2011
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
É Necessário Reaprender!
Gostaria de compartilhar com vocês uma verdade: é necessário reaprender! O que quero dizer com isto? Veja, uma pessoa quando sofre lesão nos pés e fica imobilizado por muito tempo precisará fazer fisioterapia. Quero dizer aqui que a fisioterapia seria o "reaprender". O termo fisioterapia é de conhecimento geral e, entendo com este simples exemplo, vocês já compreenderam o que quero dizer. Passemos então a um outro exemplo:
"Ora, existe ali, junto à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco pavilhões. Nestes jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos, esperando que se movesse a água. Porquanto um anjo descia em certo tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse. Estava ali um homem, enfermo havia trinta e oito anos. Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim havia muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser curado? Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Então lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda. Imediatamente o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia era Sábado." João 5:2-9
Gostaria agora que prestassem muita atenção ao versículo 14 > "Mais tarde Jesus o encontrou no templo e lhe disse: Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior."
Por acaso você já conheceu alguém que sendo liberto de algo logo voltou atrás? Te garanto que esta pessoa voltou atrás porque não aprendeu a reaprender. Jesus, o Mestre dos Mestres, entendia muito bem que o homem trazia no corpo dele, digo, na alma dele, a marca de todas experiências vividas. Aquele homem que fora curado estava em tal condição há 38anos. Uma adaptação ao tipo de vida, necessidades, era mister que acontecesse, principalmente se ele não nascera com aquela enfermidade. Uma vez curado ele iria precisar reaprender a viver. Compreende que uma pessoa em tal situação estava acostumada a depender de outras pessoas e que isto lhe marcou o emocional, uma grande angústia ou mesmo uma sensação de infelicidade, indignidade. São sentimentos que moldam a personalidade de uma pessoa. Aquele homem estava marcado pela pequenez. Ao passo que fora curado, de um momento para outro, ele precisou rever seus conceitos e aprender com a nova forma de vida. A pessoa, agora capacitada, teria de dar atenção a cada progresso e conquista de seus atos. A começar com coisas simples como trocar de roupa sozinho, ir ao banheiro, fazer algo para comer, etc. Antes, provavelmente, era considerado incapaz.
Gosto muito de um texto em Atos 9:34 na versão King James, quando Pedro diz a Enéas - Jesus Cristo te faz um homem perfeito, levanta-te. De fato nosso Deus e Pai nos fez perfeitos! Acontece que a vida nos maltrata e para continuar vivendo com certa dignidade, somos obrigados a desenvolver mecanismos de defesa. Não quero falar aqui sobre mecanismos de defesa. Quero apenas enfatizar que eles existem em todos nós, em alguns mais, em outros menos.
Agora, vamos falar um pouco sobre o mesmo tema, porém, com outro enfoque. É sabido que os demônios afetam nossas emoções. Eles também podem nos manter cativos em regiões espirituais da maldade. Uma vez que sejamos libertos por Jesus Cristo (não através de tornarmos evangélicos) através de uma experiência no mundo espiritual, como receber revelação de Deus sobre tal aprisionamento e local no mundo espiritual, devemos ir até lá em companhia de Jesus e sermos tirados de lá. Assim fica configurado a libertação no mundo espiritual. Ou seja, em nosso corpo físico, emocional e espiritual não haverá mais aquele controle que antes exercia poder sobre nós. Agora estamos livres! No entanto, muitas pessoas depois de serem libertadas destas ações voltam ao cativeiro. Mas este cativeiro não é mais a região de aprisionamento, pois Jesus libertou, tirou a pessoa de lá. Então o que aconteceu? Aconteceu que aquelas experiências vividas durante todo o tempo de cativeiro permanecem registradas em nossa alma, nosso emocional. Lembrem-se das dores fantasmas? Uma pessoa amputa o pé e continua sentindo dor no pé que não existe mais. Isto ocorre porque o pé foi tirado do corpo físico mas o cérebro continua ligado aquela terminação nervosa. De igual forma o fato de sermos libertos do cativeiro, de tal emoção, se não aprendermos a reaprender, viver nossa nova forma de vida, voltaremos a sentir "a dor" daquilo que já não existe mais em nós. Em pouco tempo nossas emoções voltarão a ser como antes. A sensação é de que a pessoa não teve libertação, cura. Na verdade, como dissemos sobre a dor fantasma, o pé não existe mais mas a terminação nervosa continua ativa no cérebro. O sentimento dentro da pessoa não foi tirado e sim o agente mantenedor daquele sofrimento, sentimento, este sim, foi tirado! A pessoa vai precisar aprender a não mais sentir aquele sentimento. Vai aprender a provar a palavra de Deus a cada dia e assim, em pouco tempo, sentirá uma nova pessoa dentro dela, novas experiências, não mais viciadas pelos agentes da maldade e nem pelos sentimentos que estava sujeita a todo tempo. O perdão ou ato de perdoar se encaixa neste tema e nesta explicação. Seu sucesso se dará mediante ao modelo apresentado: reaprender! Lembrando que o perdão ocorre no homem espiritual e o sentimento de "falta de perdão" ocorre no corpo alma e reflete no corpo físico.
Alexander Lowen - psiquiatra - criador da teoria bioenergética, em seu livro "Prazer, uma abordagem criativa da vida" na página 10, citando o livro de Goethe, Fausto - diz: "A situação do homem moderno se assemelha à de Fausto, que vendeu a alma a Mefistófeles em troca de uma promessa que nunca poderá ser cumprida. Apesar de a promessa de prazer ser uma tentação do diabo, o prazer não pode ser proporcionado pelo diabo."
Para reforçar e encerrar o tema: quem sente é você. O que você sente pode ser gerenciado por demônios ou pelo trauma. A partir do momento da libertação ou insight psicológico é você quem vai passar a reaprender a viver com os novos sentimentos. Se não fizer, os sentimentos a que já estava acostumado a sentir, passarão a gerir novamente suas experiências emocionais e, como consequência, voltará a sensação de que não ocorreu mudança alguma. De doente à doente novamente!
"Ora, existe ali, junto à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco pavilhões. Nestes jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos, esperando que se movesse a água. Porquanto um anjo descia em certo tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse. Estava ali um homem, enfermo havia trinta e oito anos. Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim havia muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser curado? Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Então lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda. Imediatamente o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia era Sábado." João 5:2-9
Gostaria agora que prestassem muita atenção ao versículo 14 > "Mais tarde Jesus o encontrou no templo e lhe disse: Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior."
Por acaso você já conheceu alguém que sendo liberto de algo logo voltou atrás? Te garanto que esta pessoa voltou atrás porque não aprendeu a reaprender. Jesus, o Mestre dos Mestres, entendia muito bem que o homem trazia no corpo dele, digo, na alma dele, a marca de todas experiências vividas. Aquele homem que fora curado estava em tal condição há 38anos. Uma adaptação ao tipo de vida, necessidades, era mister que acontecesse, principalmente se ele não nascera com aquela enfermidade. Uma vez curado ele iria precisar reaprender a viver. Compreende que uma pessoa em tal situação estava acostumada a depender de outras pessoas e que isto lhe marcou o emocional, uma grande angústia ou mesmo uma sensação de infelicidade, indignidade. São sentimentos que moldam a personalidade de uma pessoa. Aquele homem estava marcado pela pequenez. Ao passo que fora curado, de um momento para outro, ele precisou rever seus conceitos e aprender com a nova forma de vida. A pessoa, agora capacitada, teria de dar atenção a cada progresso e conquista de seus atos. A começar com coisas simples como trocar de roupa sozinho, ir ao banheiro, fazer algo para comer, etc. Antes, provavelmente, era considerado incapaz.
Gosto muito de um texto em Atos 9:34 na versão King James, quando Pedro diz a Enéas - Jesus Cristo te faz um homem perfeito, levanta-te. De fato nosso Deus e Pai nos fez perfeitos! Acontece que a vida nos maltrata e para continuar vivendo com certa dignidade, somos obrigados a desenvolver mecanismos de defesa. Não quero falar aqui sobre mecanismos de defesa. Quero apenas enfatizar que eles existem em todos nós, em alguns mais, em outros menos.
Agora, vamos falar um pouco sobre o mesmo tema, porém, com outro enfoque. É sabido que os demônios afetam nossas emoções. Eles também podem nos manter cativos em regiões espirituais da maldade. Uma vez que sejamos libertos por Jesus Cristo (não através de tornarmos evangélicos) através de uma experiência no mundo espiritual, como receber revelação de Deus sobre tal aprisionamento e local no mundo espiritual, devemos ir até lá em companhia de Jesus e sermos tirados de lá. Assim fica configurado a libertação no mundo espiritual. Ou seja, em nosso corpo físico, emocional e espiritual não haverá mais aquele controle que antes exercia poder sobre nós. Agora estamos livres! No entanto, muitas pessoas depois de serem libertadas destas ações voltam ao cativeiro. Mas este cativeiro não é mais a região de aprisionamento, pois Jesus libertou, tirou a pessoa de lá. Então o que aconteceu? Aconteceu que aquelas experiências vividas durante todo o tempo de cativeiro permanecem registradas em nossa alma, nosso emocional. Lembrem-se das dores fantasmas? Uma pessoa amputa o pé e continua sentindo dor no pé que não existe mais. Isto ocorre porque o pé foi tirado do corpo físico mas o cérebro continua ligado aquela terminação nervosa. De igual forma o fato de sermos libertos do cativeiro, de tal emoção, se não aprendermos a reaprender, viver nossa nova forma de vida, voltaremos a sentir "a dor" daquilo que já não existe mais em nós. Em pouco tempo nossas emoções voltarão a ser como antes. A sensação é de que a pessoa não teve libertação, cura. Na verdade, como dissemos sobre a dor fantasma, o pé não existe mais mas a terminação nervosa continua ativa no cérebro. O sentimento dentro da pessoa não foi tirado e sim o agente mantenedor daquele sofrimento, sentimento, este sim, foi tirado! A pessoa vai precisar aprender a não mais sentir aquele sentimento. Vai aprender a provar a palavra de Deus a cada dia e assim, em pouco tempo, sentirá uma nova pessoa dentro dela, novas experiências, não mais viciadas pelos agentes da maldade e nem pelos sentimentos que estava sujeita a todo tempo. O perdão ou ato de perdoar se encaixa neste tema e nesta explicação. Seu sucesso se dará mediante ao modelo apresentado: reaprender! Lembrando que o perdão ocorre no homem espiritual e o sentimento de "falta de perdão" ocorre no corpo alma e reflete no corpo físico.
Alexander Lowen - psiquiatra - criador da teoria bioenergética, em seu livro "Prazer, uma abordagem criativa da vida" na página 10, citando o livro de Goethe, Fausto - diz: "A situação do homem moderno se assemelha à de Fausto, que vendeu a alma a Mefistófeles em troca de uma promessa que nunca poderá ser cumprida. Apesar de a promessa de prazer ser uma tentação do diabo, o prazer não pode ser proporcionado pelo diabo."
Para reforçar e encerrar o tema: quem sente é você. O que você sente pode ser gerenciado por demônios ou pelo trauma. A partir do momento da libertação ou insight psicológico é você quem vai passar a reaprender a viver com os novos sentimentos. Se não fizer, os sentimentos a que já estava acostumado a sentir, passarão a gerir novamente suas experiências emocionais e, como consequência, voltará a sensação de que não ocorreu mudança alguma. De doente à doente novamente!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Imagens da Sala Rafa + EL
Foto 1 - Fachada da Sala Rafa + EL
Foto 2 - Sala de espera
Foto 3 - Sala de atendimento
Foto 4 - É aqui que você se sentará...
Sejam Bem-Vindos!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Exemplo 1 de Pneumaterapia
JJ uma criança de 8 anos foi trazida pelos pais para atendimento por indicação dos professores da criança. Estes alegavam falta de atenção, dificuldade de aprendizagem, cansaço, isolamento e agressividade. Em conversa com a criança esta revelou que tinha um amiguinho que somente ela via e aparecia a ela na escola. Este ao aparecer ficava puxando o lápis de sua mão. JJ ficava extremamente cansado em lutar contra este amiguinho para que ele não tomasse o lápis de sua mão. Ficava tão raivoso que durante o intervalo não suportava brincar com ninguém preferindo ficar só. Por várias vezes chegou a dormir sobre a carteira de cansado. Nunca contou a nenhum professor que via o tal amiguinho. As vezes em casa ao deitar percebia que algo entrava dentro dele pela sola dos pés e ia subindo até a cabeça. A partir daí passava a perceber um lado de seu corpo quente e o outro lado frio. Várias vezes se dirigiu a sua mãe perguntando se ela ao colocar a mão no corpo dele percebia a diferença. Ninguém percebia.
Vejam, em um atendimento psicológico convencional por psicólogo ou psiquiatra, a fala desta criança não seria considerada ao pé da letra. Esta criança seria vista com distúrbios psicóticos. Passaria por várias sessões de psicoterapia e, provavelmente, teria de tomar remédios. Já em Pneumaterapia considerei como verdade absoluta o que a criança me contou. Não a considerei louca nem em surto psicótico. Disse a ela que acreditava no que me dizia e perguntei se ela poderia chamar o amiguinho naquele momento. Ela disse que havia muitos dias que ele não aparecia.
Procurei saber da criança o quanto ela conhecia sobre o Papai do Céu, Jesus! Conforme me explicou, acrescentei que eu iria pedir ao Papai do Céu naquele momento e, aquele amiguinho iria aparecer ali naquele exato instante, bastando apenas ele me dizer o que via. Orei naquele momento e pedi a Jesus para ordenar aquele demônio que atormentava a criança a estar ali naquele exato momento. Quase que instantaneamente JJ deu um grito e muito afobado, com medo, disse que W (o amiguinho) estava ali sentado no sofá. Ele olhava para todos os lados da sala e dizia estar com muito sangue pelo chão, inclusive W estava sujo de sangue. De repente JJ se surpreende ao olhar para si mesmo e notar sua roupa. Ele dizia estar vestido de branco. Neste momento ele se surpreende com uma ameaça de W. W disse que iria pegá-lo naquele momento. JJ se surpreendeu novamente quando percebeu que W se levantou rapidamente do sofá tentou pegá-lo pelo pescoço mas, ao levantar as mão em direção a seu pescoço, não conseguiu tocar seu corpo porque havia uma proteção, como se houvesse um vidro separando um do outro. JJ sorriu e ficou calmo sabendo que Jesus estava ali e que tinha colocado uma proteção separando JJ de W.
Ensinei JJ a conversar com Jesus em oração e para cada vez que W tentasse se aproximar o que deveria fazer. Depois deste primeiro encontro tivemos vários outros para tratar apenas de suas emoções. W nunca mais apareceu e ele nunca mais teve o corpo invadido e separado em quente e frio. Voltou ao estágio normal de aprendizagem na escola passando de ano e conseguindo ser criança como criança.
Este relato nos mostra a ação de um pneumaterapeuta. Entendendo a questão emocional e, principalmente, entendendo o que se passava no mundo espiritual.
Vejam, em um atendimento psicológico convencional por psicólogo ou psiquiatra, a fala desta criança não seria considerada ao pé da letra. Esta criança seria vista com distúrbios psicóticos. Passaria por várias sessões de psicoterapia e, provavelmente, teria de tomar remédios. Já em Pneumaterapia considerei como verdade absoluta o que a criança me contou. Não a considerei louca nem em surto psicótico. Disse a ela que acreditava no que me dizia e perguntei se ela poderia chamar o amiguinho naquele momento. Ela disse que havia muitos dias que ele não aparecia.
Procurei saber da criança o quanto ela conhecia sobre o Papai do Céu, Jesus! Conforme me explicou, acrescentei que eu iria pedir ao Papai do Céu naquele momento e, aquele amiguinho iria aparecer ali naquele exato instante, bastando apenas ele me dizer o que via. Orei naquele momento e pedi a Jesus para ordenar aquele demônio que atormentava a criança a estar ali naquele exato momento. Quase que instantaneamente JJ deu um grito e muito afobado, com medo, disse que W (o amiguinho) estava ali sentado no sofá. Ele olhava para todos os lados da sala e dizia estar com muito sangue pelo chão, inclusive W estava sujo de sangue. De repente JJ se surpreende ao olhar para si mesmo e notar sua roupa. Ele dizia estar vestido de branco. Neste momento ele se surpreende com uma ameaça de W. W disse que iria pegá-lo naquele momento. JJ se surpreendeu novamente quando percebeu que W se levantou rapidamente do sofá tentou pegá-lo pelo pescoço mas, ao levantar as mão em direção a seu pescoço, não conseguiu tocar seu corpo porque havia uma proteção, como se houvesse um vidro separando um do outro. JJ sorriu e ficou calmo sabendo que Jesus estava ali e que tinha colocado uma proteção separando JJ de W.
Ensinei JJ a conversar com Jesus em oração e para cada vez que W tentasse se aproximar o que deveria fazer. Depois deste primeiro encontro tivemos vários outros para tratar apenas de suas emoções. W nunca mais apareceu e ele nunca mais teve o corpo invadido e separado em quente e frio. Voltou ao estágio normal de aprendizagem na escola passando de ano e conseguindo ser criança como criança.
Este relato nos mostra a ação de um pneumaterapeuta. Entendendo a questão emocional e, principalmente, entendendo o que se passava no mundo espiritual.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Exemplo 2: Pneumaterapia
- Uma mulher de +/- 50 anos de idade me procurou depois de ter desistido de buscar ajuda na classe médica. Seu marido já havia gasto muito dinheiro para a cura dela e também havia desistido de ajudar. Foi quando alguém a indicou para este atendimento. O caso de M, era o seguinte: Já há muitos anos ela não conseguia dormir. A sensação era de que não dormia de noite. Havia também fortes dores na coluna desde cervical a lombar. Em apenas 6 sessões o caso dela foi resolvido. Primeiro, Deus deu um sonho a ela e mostrava a casa dela repleta de uma fumaça. Não havia incêndio algum e aquela fumaça não intoxicava. Aparentemente não a incomodava mas causava uma sensação fria e de medo. Segundo, ela havia perdido um filho em acidente de moto com apenas 18 anos de idade. Terceiro, durante grande parte de sua vida era militante da causa católica trabalhando incansavelmente na igreja católica. Quarto, sempre acreditou que enquanto ela cuidava das coisas de Deus, Deus cuidaria das coisas dela. Depois da morte do filho foi que os sintomas apareceram.
- A fumaça deixava claro a ação de demônios na casa dela e nela propriamente dito. As dores na coluna e a falta de sono dizia respeito a seu trauma de angústia contra Deus. Por que ela sempre ajudou na igreja e passou a acreditar que Deus não cuidou do filho dela. Quando ministramos em sua vida a cura pedindo a ela que renunciasse este sentimento e pedisse perdão a Deus, etc., Toda tensão na coluna deixou o corpo dela e ela passou a dormir e não ter mais dor alguma. Gastou tanto tempo e dinheiro para apenas em um mês de tratamento, ou seja, apenas 6 sessões, com um gasto irrisório, perto do que havia gasto durante anos, a terapia usando a presença de Deus, a libertou. Vale lembrar que ela veio para este tratamento escondida de seu marido. O medo dela era que houvesse mais uma frustração e não queria aborrecer o marido e nem gastar o dinheiro dele mais uma vez. Quis acreditar e dar mais uma oportunidade de cura a ela mesma e, caso desse certo, contaria a "benção" ao esposo. E graças a Deus, ela pôde contar a benção ao esposo!
Exemplo 2 - Atendimento Convencional
S, um brilhante menino de 9 anos, foi levado à sala de emergência pediátrica após sua mãe tê-lo encontrado no banheiro pressionando uma faca contra o estômago. O exame revelou não mais que um pequeno arranhão. Questionada, a criança contou ao psiquiatra residente que queria morrer porque não desejava continuar vivendo daquela forma. Quando especificamente interrogado, relatou sentir-se triste, mal e irritado a maior parte do tempo, que não achava graça em nada, e que se sentia permanentemente muito cansado. Não tinha dificuldade em conciliar o sono, mas regularmente despertava aproximadamente às 3:00h e novamente às 5:30h, e não conseguia voltar a dormir. Também relatou ter ouvido uma voz falando com ele, dizendo-lhe que se matasse enfiando uma faca na barriga. Ele identificou a voz como sendo de seu avó, que morrera há 4 anos, de derrame, e ouviu essa voz durante todo o mês anterior.
A mãe de S corroborou seu relato com as observações dela e acrescentou que tudo começou há aproximadamente 6 meses e foi piorando progressivamente. Há quatro meses ele começou a roubar dinheiro dela, tornou-se muito desobediente e tinha acessos temperamentais. Durante as 2 últimas semanas tem relutado em ir para a escola e, lá estando, chora o tempo todo. Ela também relatou que ele ficou muito preocupado com a separação dos pais, 2 anos antes, e se achava culpado. A professora relatou a ela que sua atenção estava diminuindo rapidamente e que ele se separava dos amigos e mostrava-se bastante apático.
Discussão:
Este caso ilustra que um epísódio depressivo maior, idêntico ao visto em adultos, pode ocorrer numa criança pré-púbere. Há um humor deprimido persistente (sente-se triste e mal), perda do prazer e sintomas depressivos associados, como ideação e impulso suicidas, perda de energia, hipoatividade (mostra-se bastante apático), distúrbio do sono, culpa inadequada e concentração diminuída. A subclassificação "com aspectos psicóticos" é feita devido a presença de alucinações auditivas, embora não esteja claro se a criança reconhece que a voz é um produto da sua imaginação, o que indicaria teste de realidade intacto e, portanto, estritamente falando, ausência de aspectos psicóticos.
Embora neste caso haja também um distúrbio de conduta (roubo e desobediência) e recusa à escola, esses aspectos associados são considerados específicos da idade e não indicam a necessidade de um diagnóstico adicional, como distúrbio de conduta.
Diagnóstico do DSM-III-R:
Eixo I: Depressão maior, episódio isolado, com Aspectos psicóticos
obs: exemplo retirado de Kaplan, Harold I. - Compêndio de Psiquiatria/ Harold I, Kaplan, Benjamim J. Sadock; trad. Maria Cristina Monteiro, Daise Batista. - Porto Alegre: Artes Médicas, 1990 - pág. 703
Pneumatologia - Pneumaterapia: Eis um exemplo de como se trata em emergência ou consultório um caso clínico. Embora o relato revela coisas do mundo espiritual e que, provavelmente, seriam a causa dos distúrbios desenvolvidos por S. Em nenhum momento na classe médica discute-se coisas "sobrenaturais". Tudo deve ficar dentro do escopo da psicologia/psiquiatria.
A voz identificada como a de seu avó morto há 4 anos é de suma importância mas relevada no atendimento convencional. O horário que a criança desperta 3:00h também é bastante relevante no reino espiritual. A mudança de comportamento - desobediência e roubo - são coisas de suma importância como demonstração de que a criança fora influenciada e já não anda em seu espírito humano, suas emoções e seu corpo de forma normal. Seria necessário aí uma intervenção no homem espiritual. Pois a parte relativa a alma (emoções) a psicologia atende bem. Somente com o atendimento psicológico esta criança teria muitas dificuldades a enfrentar. Mas, usando a Pneumaterapia, esta criança seria atendida de forma completa, sendo cuidada no espírito, nas emoções e no corpo físico. O alívio seria conseguido em pouco tempo, isto é, se não fosse conseguido instantaneamente como no caso relatado como exemplo 1 - Pneumaterapia.
A mãe de S corroborou seu relato com as observações dela e acrescentou que tudo começou há aproximadamente 6 meses e foi piorando progressivamente. Há quatro meses ele começou a roubar dinheiro dela, tornou-se muito desobediente e tinha acessos temperamentais. Durante as 2 últimas semanas tem relutado em ir para a escola e, lá estando, chora o tempo todo. Ela também relatou que ele ficou muito preocupado com a separação dos pais, 2 anos antes, e se achava culpado. A professora relatou a ela que sua atenção estava diminuindo rapidamente e que ele se separava dos amigos e mostrava-se bastante apático.
Discussão:
Este caso ilustra que um epísódio depressivo maior, idêntico ao visto em adultos, pode ocorrer numa criança pré-púbere. Há um humor deprimido persistente (sente-se triste e mal), perda do prazer e sintomas depressivos associados, como ideação e impulso suicidas, perda de energia, hipoatividade (mostra-se bastante apático), distúrbio do sono, culpa inadequada e concentração diminuída. A subclassificação "com aspectos psicóticos" é feita devido a presença de alucinações auditivas, embora não esteja claro se a criança reconhece que a voz é um produto da sua imaginação, o que indicaria teste de realidade intacto e, portanto, estritamente falando, ausência de aspectos psicóticos.
Embora neste caso haja também um distúrbio de conduta (roubo e desobediência) e recusa à escola, esses aspectos associados são considerados específicos da idade e não indicam a necessidade de um diagnóstico adicional, como distúrbio de conduta.
Diagnóstico do DSM-III-R:
Eixo I: Depressão maior, episódio isolado, com Aspectos psicóticos
obs: exemplo retirado de Kaplan, Harold I. - Compêndio de Psiquiatria/ Harold I, Kaplan, Benjamim J. Sadock; trad. Maria Cristina Monteiro, Daise Batista. - Porto Alegre: Artes Médicas, 1990 - pág. 703
Pneumatologia - Pneumaterapia: Eis um exemplo de como se trata em emergência ou consultório um caso clínico. Embora o relato revela coisas do mundo espiritual e que, provavelmente, seriam a causa dos distúrbios desenvolvidos por S. Em nenhum momento na classe médica discute-se coisas "sobrenaturais". Tudo deve ficar dentro do escopo da psicologia/psiquiatria.
A voz identificada como a de seu avó morto há 4 anos é de suma importância mas relevada no atendimento convencional. O horário que a criança desperta 3:00h também é bastante relevante no reino espiritual. A mudança de comportamento - desobediência e roubo - são coisas de suma importância como demonstração de que a criança fora influenciada e já não anda em seu espírito humano, suas emoções e seu corpo de forma normal. Seria necessário aí uma intervenção no homem espiritual. Pois a parte relativa a alma (emoções) a psicologia atende bem. Somente com o atendimento psicológico esta criança teria muitas dificuldades a enfrentar. Mas, usando a Pneumaterapia, esta criança seria atendida de forma completa, sendo cuidada no espírito, nas emoções e no corpo físico. O alívio seria conseguido em pouco tempo, isto é, se não fosse conseguido instantaneamente como no caso relatado como exemplo 1 - Pneumaterapia.
Exemplo 3 de Pneumaterapia
Estas imagens pertencem ao filme "Conversando com Deus". Aqui podemos dizer a você leitor que Deus tem importante lugar dentro de você. Ele está interessado em te curar. Por isso Ele mesmo desenvolveu o que chamamos hoje de Pneumatologia ou Pneumaterapia. É importante entender que a terapia convencional com conhecimentos apenas da alma do homem não o cura por completo. Quem pode afirmar que não existe o lado espiritual? Por que o homem precisa de Deus mesmo que não queira conhecê-lo? O tratamento como Pneumaterapia envolve o conhecimento do mundo espiritual. Envolve conhecimento das estratégias malignas na alma através dos sentimentos. A Psicologia afirma que o homem criou Deus baseado na necessidade de explicar aquilo que não consegue explicar. Mas, na verdade, Deus foi quem criou o homem e Ele o fez a sua imagem e semelhança. Assim sendo, Ele mesmo afirma pela Bíblia, que somos criados em espírito, alma e corpo. Como já foi explicado em outro tópico, a alma diz respeito aquilo que conhecemos como psicologia. E o espírito do homem que Deus deu ao homem? A Psicologia desconhece este fato! Para tratar do homem devemos entendê-lo como ser completo, compreendendo-o por inteiro, ou seja, o homem é feito com um espírito, uma alma e um corpo. A Bíblia afirma em Eclesiastes que na morte o corpo volta a terra de onde foi tomado e o espírito volta a Deus que o deu.
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